AparecidaPrev: “O dinheiro precisa ser devolvido”, cobra Sindisaúde ao exigir investigação rigorosa

Flaviana Alves Barbosa explica que o Sindisaúde aguarda o andamento das investigações para atuar juridicamente no caso – (Foto: Reprodução)

Secretária de assuntos jurídicos do sindicato apoia decisão da Câmara Municipal de investigar o caso envolvendo o instituto de previdência e o Banco Master

A secretária de assuntos jurídicos do SindiSaúde, Flaviana Alves Barbosa, afirmou, em entrevista exclusiva ao Goiás365, que o sindicato aguarda os desdobramentos da investigação envolvendo a aplicação de R$ 40 milhões do AparecidaPrev no Banco Master para atuar juridicamente no caso.

“É uma situação grave, que a gente tem dito a todos trabalhadores, pois foi um depósito muito grande nesse banco. Agora cabe as pessoas que fizeram esse investimento, o presidente e todo o conselho, serem investigados”, comentou.

Conforme a representante do Sindisaúde, há preocupação dos servidores públicos municipais, principalmente, diante da possibilidade de aumento de alíquota de contribuição para cobrir o rombo previdenciário.

“Todo dinheiro desviado da previdência causa desequilíbrio. As reformas da previdência feitas em 2019 e posteriores em anos seguintes diz muito claro: quando tem desequilíbrio atuarial pode-se fazer alíquotas maiores em cima do trabalhador. Então, se isso não for investigado, se isso não for cobrado, para que seja reposto na conta, pode o trabalhador pagar por isso.”, alertou.

Questionada sobre a possibilidade de abertura de Comissão Especial de Inquérito (CEI) na Câmara Municipal para investigar o caso, Flaviana Alves Barbosa reforçou que esse é dever do parlamento.

“Acho importante. Esse é o papel da Câmara e dos vereadores fazer investigação”, declarou e ainda acrescentou: “Queremos uma investigação rigorosa e que seja reposto o dinheiro”.

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