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Goiânia registra mais de 370 mil multas por excesso de velocidade em 2021

Todas as infrações foram cometidas em vias sinalizadas verticalmente, horizontalmente e com equipamentos eletrônicos, semáforos e redutores de velocidade - (Foto Arquivo)

Relatório foi divulgado nesta quinta-feira (30) pela prefeitura

A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade (SMM), divulgou, nesta quinta-feira (30/12), relatório com as 10 infrações de trânsito mais cometidas em 2021. De acordo com o balanço, o excesso de velocidade lidera o número com folga, 376.454 até dia 29 de dezembro.

A segunda no ranking é transitar em faixa exclusiva para o transporte público, com 47.919, seguida por avanço de sinal vermelho do semáforo, com 45.559. Os dados são do dia 1⁰ de janeiro de 2021 a 29 de dezembro do mesmo ano. 

A via que lidera o número de infrações é a Avenida Tocantins, no Centro, com 36.347, seguida da Avenida Araguaia, que registrou 32.209, e Avenida Paranaíba, com 26.580. A Rua 132, no Setor Sul, ocupa o quarto lugar e, em seguida, vem a Marginal Botafogo, ambas com 16.308 e 15.636, respectivamente. 

Todas as infrações foram cometidas em vias sinalizadas verticalmente, horizontalmente e com equipamentos eletrônicos, semáforos e redutores de velocidade. “Não há autuações em ruas sem sinalização. O trânsito mata, a única vacina é a mudança de comportamento”, alerta o titular da Mobilidade, Horácio Mello, sobre cuidados no trânsito.

Novos redutores

De acordo com Horácio Mello, em 2022, ocorrerá a aquisição de novos equipamentos de fiscalização eletrônica, já que uma nova licitação está em andamento. “É uma reivindicação da cidade justamente devido à imprudência. Mas é importante destacar que existe o paradigma de que a implantação é ligada à uma indústria da multa, como se a cidade quisesse produzir dinheiro. Não. Iremos implantar onde é necessário e onde tiver estudo técnico. Multa não é faturamento. Multa é para corrigir um mal. O mal da imprudência que provoca violência e acidentes, e as lombadas são fundamentais”, conclui o secretário de Mobilidade.

Veja o relatório: