Crime bárbaro: padrasto espanca criança até a morte

Menino de um ano e oito meses foi encontrado morto pela mãe deitado em um colchão

Um crime bárbaro chocou a população de Rio Verde, no Sudoeste Goiano, na noite desta segunda-feira, dia 31.

Davi Lucas Alves, de um ano e oito meses, morreu pelas mãos do padastro (Foto Reprodução)

Wisley Serafim dos Santos, de 23 anos, foi preso por policiais da Companhia de Patrulhamento Especializado (CPE) da Polícia Militar, no Setor Pauzanes, após espancar e causar a morte do afilhado Davi Lucas Alves, um menino de um ano e oito meses de idade.

Na delegacia, o padrasto confessou o crime ao delegado Stanislao Montserrat. Segundo ele, a criança começou a reclamar da falta da mãe e a espernear, quando o padrasto bateu no rosto dela com um chinelo e ainda deu um soco em sua barriga, deixando-a desfalecida.

Para tentar acobertar o crime, o autor foi com a criança para o banheiro, deu banho nela, trocou a roupa e a colocou deitada em um colchão.

Passado um tempo a mãe chegou em casa e, em um primeiro momento, achou que a criança estava dormindo, mas, em seguida, vendo que o filho não respirava, acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Ainda segundo o delegado, médicos do Samu ligaram na delegacia, pois existiam vestígios de violência porque a barriga do bebê estava inchada, e sua boca ferida.

O delegado acionou a perícia que constatou indícios de agressões que levaram ao óbito, bem como marcas já cicatrizadas pelo corpo que podem ter sido de agressões anteriores.

Ao deixar a casa onde o crime foi cometido para ser levado à delegacia pelos policiais militares, a população, revoltada, clamava por justiça. Um grupo mais exaltado ameaçou agredir Wisley.

Em entrevista ao repórter Jota Júnior do Na Rota da Notícia Rio Verde-GO, o delegado Stanislao Montserrat disse que não houve indícios de culpabilidade contra a mãe, mas se ficar comprovada agressões anteriores ela poderá ser alvo de investigações.

Wisley foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil, agravado por ter sido praticado contra vulnerável. Ele será encaminhado para Casa de Prisão Provisória (CPP).

Se condenado, o acusado pode pegar uma pena de reclusão de 12 a 30 anos, podendo ser a pena aumentada pelo agravo do crime. (Com informações do Na Rota da Notícia Rio Verde-GO)

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