Delegado diz que não houve conotação sexual na morte de Danilo

Suspeitos do crime foram presos em flagrante e levados para a Delegacia de Homicídios

Após diligências incessantes e ininterruptas realizadas Força-Tarefa da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), os dois suspeitos do Caso Danilo foram presos em flagrante delito pelo crime de ocultação de cadáver em conexão com homicídio qualificado, ambos crimes bárbaros que chocaram a sociedade goiana.

Foram presos Hian Alves de Oliveira e Reginaldo Lima Santos, respectivamente, colega e padrasto da vítima, que alegam tê-la matado como forma de vingança em razão de suposto mal comportamento da criança.

Em entrevista coletiva, o delegado Rilmo Braga, titular da DIH, informou que a violência empregada no crime não teve conotação sexual. “Por hora, está descartada conotação de crime sexual. As lesões encontradas no corpo do menino pela perícia não apontam diretamente para este tipo de ato”, declarou.

A polícia disse, no entanto, que Danilo foi morto afogado na lama e que o padrasto teria pisado na cabeça dele para impedir que pedisse socorro.

Os presos foram levados para a sede da DIH. Até a publicação desta matéria, nenhum advogado havia se apresentado para fazer a defesa dos dois.

A divulgação da imagem e identificação dos presos foi precedida nos termos da Lei n.º 13.869, Portaria n.º 02/2020 – PC, Despacho do Delegado Titular desta unidade, nº 000010828006 e Despacho nº 61/2020 – DIH/DGPC- 09555 dos responsáveis pela investigação, especialmente porque visa o surgimento de novas provas e principalmente novas testemunhas do homicídio em testilha.

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