Polícia mantém sigilo na investigação da morte de Danilo

Em nota, corporação diz que só voltará após a conclusão do inquérito policial

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) divulgou nota oficial na trade desta quarta-feira, dia 5, informando que “não há como formar nenhum juízo de certeza quanto à participação ou não dos envolvidos” no assassinato de Danilo de Sousa Silva, de 7 anos, cujo corpo foi encontrado numa mata próxima à casa onde ele morava, no Parque Santa Rita, em Goiânia, na semana passada.

O padastro da vítima, Reginaldo Lima Santos, de 33 anos, e o colega dele, Hian Alves, de 18 anos, estão preso acusados de terem cometido o crime. Hian confessou ter ajudado a matar Danilo e disse que receberia uma moto e um carro pela ajuda ao padastro.

Na nota, a PCGO diz que havia cinco linhas de investigações, mas que agora são apenas três. NO entanto, informa que a Delegacia de Investigação de Homicídios só voltará a se manifestar em entrevistas sobre o Caso Danilo após a conclusão do inquérito policial.

A reconstituição do crime está marcada para esta quinta-feira, dia 6.

Veja a íntegra da nota da Polícia Civil:

A Polícia Civil de Goiás informa que havia cinco linhas de investigação sobre o Caso Danilo, das quais duas já foram descartadas. Até a conclusão do inquérito policial, não há como formar nenhum juízo de certeza quanto à participação ou não dos envolvidos. Isso só será possível de afirmar após a reprodução simulada dos fatos, diligência imprescindível à investigação, bem como análise das demais provas. Diante da necessidade de aprofundamento das investigações e da necessidade de cumprimento dos prazos processuais, a DIH só voltará a se manifestar em entrevistas sobre o Caso Danilo após a conclusão do inquérito policial.

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